quinta-feira, 29 de março de 2012

BMW anuncia mega recall para Série 5 e 6


Nem as montadoras chamadas de “premium” escapam de recall. Prova disso é a BMW, que anunciou nesta segunda-feira (26) um chamado para os modelos de luxo Série 5 e Série 6 fabricados entre 2003 e 2010. De acordo com a marca, o cabo da bateria teria sido instalado de forma incorreta, o que pode vir a impedir que o carro dê a partida e, em casos extremos, fazer o veículo se incediar.

Até o momento a marca calcula que aproximadamente 1,3 milhão de unidades devem ser chamadas para o reparo, que deve durar cerca de 30 minutos para ser concluído.

Segundo a assessoria de imprensa da BMW no BRasil, algumas unidades dos carros serão convocadas para recall no país. A marca, entretanto, informou que ainda está sendo feito um levantamento dos chassis e da quantidade total de veículos que serão chamados para reparo.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 21 de março de 2012

BMW mostra prévia do novo Série 1 em versão esportiva


A BMW acertou em cheio no visual da nova geração do Série 1, porém as primeiras versões 116i e 118i, equipadas com motor 1.6 turbo, deixam a desejar no fator potência bruta. Ainda bem que este é só o começo. Para mais adiante a montadora alemã prepara uma opção do mesmo carro, mas com “sangue quente”.


Uma prévia deste projeto é o Série 135i M Concept, que está exposto no Salão de Genebra, na Suíça, neste mês. A fabricante alemã, entretanto, ainda não disse quando lançará essa nova máquina em versão de produção, que promete causar calafrios.


O protótipo carrega debaixo do capô um arsenal e tanto. Lá está o motor 3.0 seis “canecos” em linha e biturbo capaz de gerar 320 cavalos de potência e 45,9 kgfm de torque máxima - o novo 116i tem meros 136 cv, pobrezinho... Já a transmissão é do tipo automática sequencial (a marca não disse quantas marchas ele possui).


E como acelera... Segundo a BMW, o conceito do Série 1 esportivo vai do 0 aos 100 km/h em apenas 4,9 segundos e continua acelerando até os 250 km/h. Para lidar com toda essa performance, a marca também redimensionou os freios com discos maiores e ajustou a suspensão para uma tocada mais esportiva.

Comparado ao Série 1 “comportado” o 135i M Concept ainda exibe para-choque frontal com entradas de ar acentuadas, difusor traseiro e rodas de alumínio aro 18”. O toque final são as faixas adesivas com as cores da Motorsports, a divisão esportiva da BMW.
Fonte: iGCarros

terça-feira, 20 de março de 2012

Novo Série 1 eleva o nível da categoria


Os engenheiros e designers da BMW estavam inspirados quando se reuniram para criar a segunda geração do Série 1, o importante “carro de entrada” da marca. Antes relativamente “simples” perante os demais modelos da empresa, o hatch agora é tão sofisticado quanto um Série 3 ou até o Série 5, sem exageros.


O novo Série 1 é o primeiro hatchback de uma nova safra em sua categoria, que prima pela tecnologia e uma dose extra de requinte, algo que faltava nessa classe, que inclui ainda os renovados Audi A3 e Mercedes-Benz Classe A e o estreante Volvo V40. Com uma concorrência dura como essa, a BMW não poupou esforços.


E fez bem. O lançamento, que aposenta o modelo de 2005, não tem cara de “carro de entrada”. O design é moderno, repleto de vincos e “músculos” que fazem um interessante jogo de luzes e sombra. Além disso, o Série 1 também cresceu e, por conta disso, ficou com a cabine mais espaçosa. A distância entre-eixos de 2.690 mm, por exemplo, é iguais a de sedãs. Já a capacidade do porta-malas aumentou em 30 litros e agora comporta 360 l (ou 1.200 l com os bancos traseiros rebatidos).


A parte mecânica, por sua vez, se rendeu aos “milagres” do downsizing, a onda dos motores de baixa cilindrada com desempenho de propulsores maiores do “passado”. O Série 1 é o primeiro carro da BMW equipado com o bloco 1.6 turbo e com injeção direta de combustível. Esse motor, aliás, foi desenvolvido em parceria com o grupo PSA Peugeot-Citroën, que o chama de THP e o utiliza, por exemplo, no Peugeot 3008 e o 408 Turbo, citando apenas modelos à venda no Brasil. Então é um carro alemão com motor “afrancesado”? “Esse motor é mais alemão do que francês”, explicou Celso Fogaça, diretor de produto da montadora alemã para o mercado nacional.

Ao volante

Seja ele francês ou alemão, o fato é que trata-se de um bom motor. No Série 116i, o bloco gera 136 cv e 24,4 kgfm de torque máximo ao passo que o 118i dispõe de 170 cv e 25 kgfm, disponível entre 1.500 rpm e 4.500 rpm, uma faixa bastante plana e que torna o carro mais eficiente tanto em consumo quanto em desempenho. O primeiro modelo, como comparação, tem a mesma potencia do 118i anterior, com motor 2.0 aspirado. Mas a melhor parte desse carro, em termos mecânicos, é o câmbio.

Todas as versões do novo Série 1 no Brasil vêm com a transmissão automática sequencial de 8 marchas. Mas para que tanto? Quanto mais marchas um câmbio possui, menor é o esforço exercido pelo motor em velocidades mais altas. Rodando a 100 km/h, como demonstração, o motor trabalha abaixo dos 2.000 rpm e o consumo baixa significativamente. Segundo a BMW, o modelo 118i roda em média 16,5 km por litro de gasolina consumido (13 km/l na cidade e 20 km/l na estrada).

E mesmo com tantas velocidades, a caixa automática continua rápida. São um tanto curiosas as reduções. O kick-down, a pisada dupla no acelerador, faz o câmbio ir da 8° marcha para a 2° numa fração de segundo, acompanhada pela disparada do carro. É ótimo para ultrapassagens.

Para ajudar na eficiência, o carro ainda traz recursos como Stop/Start, que desliga o motor em paradas curtas, freios regenerativos, que convertem a força das frenagens em energia extra para a bateria, e, por fim, o sistema Eco Pro, que indica ao motorista, por meio de avisos no painel, como dirigir de forma eficiente.

O comportamento dinâmico do carro é outra parte que evoluiu bastante. Embora use parte dos componentes de suspensão (com braços independentes também na traseira) da geração passada, o Série 1 2012 consegue ser confortável, com extrema maciez no amortecimento de imperfeições do solo, e rígido quando a tocada do motorista é mais esportiva. É nesta hora que começamos a nos sentir em sedãs.

Com o pé embaixo, o Série 1 mais potente vai do 0 aos 100 km/h em 7,4 segundos e alcança até 220 km/h. Agradável, não? As únicas ressalvas são a falta de borboletas no volante para trocas de marchas e um painel com desenho mais agradável, em vez de algo totalmente sóbrio e sem sal, embora incorpore ar digital e o monitor central de 6,5” de fábrica. O interior, definitivamente, não tem o mesmo ânimo visual da parte externa.

Recheio temático

O Série 1 também estreia o novo conceito da BMW chamado “Lines”, no qual o carro é personalizado e ajustado de acordo para um determinado público. A marca divide o lançamento entre as opções “Urban”, disponível na configuração 116i, e “Sport”, baseado no 118i – também é possível adquirir um 116i sem os apetrechos temáticos.

Os pacotes trazem rodas diferentes (aro 16” para o Urban e 17” para o Sport”) grades distintas, para-choques com detalhes diferentes e distinções para o interior. O Série 1 Urban custa R$ 119.220 e o Sport sai por R$ 122.900. Já o modelo “pelado” é tabelado em R$ 113.370. Caro? A geração passada do hatch custava R$ 105.000. Considerando a evolução que este BMW sofreu, esse aumento no valor saiu barato, ainda mais com o IPI extra para importados.
Fonte: iGCarros

segunda-feira, 19 de março de 2012

BMW já vende novo Série 1 no Brasil


O primeiro hatchback premium a mudar no Brasil é o Série 1, da BMW. O modelo, que ganhou nova geração no ano passado, está sendo apresentado à imprensa no litoral de São Paulo. Vendido apenas na versão 118i, o modelo tem preços a partir de R$ 113.370 e já é comercializado pela rede da marca.


iG Carros consultou algumas revendas da montadora em São Paulo e constatou que o hatch mantém os valores surgeridos pela BMW. A principal novidade do Série 1 é o motor 1.6 16V turbo de 170 cv, mesmo bloco que equipa modelos da Mini e da Peugeot.


A diferença está nas variações de acabamento, que no total são três. Nomeadas de básica (R$ 113.370), Urban (R$ 119.200) e Sport (R$ 122.900), todas elas trazem de série ar-condicionado, volante com comandos satélites, controles de estabilidade, tração e frenagem e sistemas que ajudam o motorista a poupar combustível, como Start & Stop (que desliga o motor quando o carro para em um semáforo, por exemplo) e sistema EcoPro – que dá dicas ao motorista de como dirigir de modo mais eficiente.


A BMW revelou que lançará uma quarta versão, "Full", em breve, que será a topo de linha. Sobre versões com motores mais fortes, a marca preferiu não adiantar nada. Quem quiser a primeira geração do Série 1, mais barata, ainda encontra alguns exemplares nas lojas da rede. Algumas concessionárias possuem a versão 118i com preços que partem de R$ 94 mil.
Fonte:  iGCarros

sexta-feira, 16 de março de 2012

BMW faz rivais acelerarem planos de fábrica no Brasil


“Planos para o Brasil todos têm, o IPI só precipitou isso”, confessa Paulo Solti, novo presidente da Volvo no país. Esse tom de urgência revela uma realidade preocupante para as marcas premium como a Audi, BMW e Mercedes – além da própria Volvo -, a de que se quiserem crescer vão precisar dos países emergentes. Nosso mercado, por exemplo, está num grupo curioso que o executivo definiu como o “BRIC, mas sem a China”.

Solti reconheceu que o assunto “fábrica no Brasil” passou a ser prioridade na empresa: “temos um plano trienal, porém, a mudança das regras e a intenção da BMW de se instalar no país fez o assunto virar prioridade para a Volvo”. Ele nega, no entanto, qualquer anúncio para breve. “Falta clareza em relação às regras”, diz. Para ele é importante saber que tipo de isenção o fabricante terá: “será só para o produto nacionalizado ou todo o portfólio?”.

São questões parecidas que fazem a Mercedes-Benz pensar em 2012 como um ano de espera. “Sem a definição do regime automotivo estamos amarrados”, explicou um funcionário da Daimer presente no Salão de Genebra.

A empresa não nega que o Brasil possa ter uma segunda chance em relação a uma fábrica de automóveis, mas diz que outros países estão na briga: “já está decidido que a nova família de compactos (Classe A, B e outros três modelos) será produzida fora da Alemanha, China e Estados Unidos. Esse lugar pode estar na Ásia, Oriente Médio ou América Latina, incluindo o Brasil, claro”.

A mudança do IPI para importados acelerou os estudos, é fato, mas o estopim na prática é o iminente anúncio da BMW: “todos sabem que eles terão uma unidade em Joinville, falta só acertar a agenda com a presidente Dilma para que anúncio seja feito”, disse uma fonte ouvida pelo iG. “Não há como concorrer com um produto premium nacional sem a carga de impostos que os importados carregam”, completa. “O mercado de luxo no Brasil deve no mínimo dobrar até 2015. Isso, somado à pressão por investimento do governo, deve levar todos os grandes grupos para lá cedo ou tarde”.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 7 de março de 2012

BMW antecipa em conceito versão esportiva do novo Série 1


É compreensível a vontade da BMW em trazer a nova geração do Série 1 ao Brasil. Em 2011 o hatch foi o terceiro carro mais vendido da marca com 1.526 unidades comercializadas, atrás do Série 3, com 2.759 modelos e do SUV X1, “xodó” com 4.970 emplacamentos.


Porém, a nova geração o Série 1 já chegou à Europa e, o melhor, com uma versão especial de dar inveja. É o caso do conceito M135i. Mas não pense que esta já é a versão esportiva definitiva do hatch anabolizado pela divisão M. Trata-se de uma prévia para o Salão de Genebra, que acontece em março.


Projetado apenas para a plataforma com duas portas, o Série 1 M135i tem visual digno de elogios. As cores da divisão M percorrem toda a lateral do carro, passando desde a parte frontal da porta, indo de encontro às lanternas. O novo para-choque dianteiro ganhou novas entradas e fez um bom conjunto com as saias laterais.


Abaixo do capô está o tradicional motor 3.0 biturbo movido a gasolina com seis cilindros em linha, capaz de despejar 300 cv para a tração traseira do Série 1. Para segurar essa potência, a divisão M aprimorou os discos de freio com peças especiais para este modelo.

Segundo a montadora, a suspensão também recebeu aprimoramentos feitos pela divisão de alto desempenho. As rodas são um caso a parte e, com 18 polegadas de diamêtro, mostram o que podemos esperar quando a BMW resolver lançar a verdadeira versão esportiva do Série 1. Então, aguardemos.
Fonte: iGCarros

domingo, 4 de março de 2012

BMW revela M6 antes de Genebra


A BMW revelou nesta segunda-feira (13) as primeiras imagens e informações oficiais sobre a nova geração do esportivo M6. O modelo ganhou o mesmo motor 4.4 V8 turbo de 560 cv que equipa o M5, X5M e X6M.


Acoplado a ele está uma transmissão automatizada DCT de dupla embreagem e sete marchas. De acordo com a marca, este conjunto é capaz de fazer a versão Cabrio ir do 0 a 100 km/h em 4,3 segundos, enquanto o Coupé consegue baixar um décimo e cravar 4,2 segundos. A velocidade máxima em ambos é controlada eletronicamente em 250 km/h.


Caso o comprador queira sentir ainda mais adrenalina, a marca disponibiliza o kit “MDrive”, que eleva a velocidade máxima para 305 km/h. Mas, mesmo demonstrando tanta disposição, o carro é moderado no consumo.


Segundo dados técnicos, o M6 Coupé consome em média 10,1 km/l de combustível, já o M6 Cabrio faz 9,7 km/l. Contribuem para isso os sistemas Start & Stop e de recuperação da energia de frenagem. Vale lembrar que, em comparação a geração anterior, o novo M6 "aderiu" ao downsizing, substituindo o motor 5.0 V10 por um V8 com turbo.

Além disso, o carro perdeu peso em relação ao Série 6, isso porque passou a utilizar fibra de carbono no teto, para-lamas dianteiros feitos de plástico e portas de alumínio. A versão conversão conversível do M6 pesa 2.410 kg e o modelo com capota rígida tem 2.350 kg.

No que diz respeito ao design, a divisão Motorsports da BMW criou novos para-choques, tomadas de ar diferenciadas, desenhos exclusivos para as rodas aro 19” ou 20” – está última disponível opcionalmente – e adicionou um novo aerofólio ao esportivo.

O novo M6 será uma das principais estrelas no estande da BMW durante o Salão de Genebra, que abre as portas em março.
Fonte: iGCarros

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ex-patinho feio, novo X3 é um desbunde


Lançado em 2003, o jipinho BMW X3 nunca foi uma das flores mais cheirosas do catálogo da marca alemã. Mas por quê? Oras, ele era feio. E não era pouco, coitado. O problema foi resolvido somente em 2010, com a chegada da nova geração, que parece ter tido aulas de musculação com o X5 e algumas orientações sobre estilo com o X1. O resultado é um SUV bem mais agradável visualmente, mais potente e, sobretudo, mais barato (embora ainda seja nominalmente caro) – o modelo testado pelo iG Carros, o xDrive35i, custa R$ 273.050 (antes começava em R$ 280.000, com cara feia)


Não só a reforma estética, o X3 também cresceu em tamanho e ficou praticamente com o mesmo porte da primeira geração do X5. A reelaboração do desenho, tanto interno como externo, deixou o veículo mais refinado, com uma fleuma mais “chique”. Em suma, não é mais um carro só para mocinhas e mocinhos. Madames e senhores também podem se interessar pela nova máquina germânica, principalmente a versão top 35i, que anda demais.


O “tapa” no visual deixou o X3 com mais personalidade e com uma queda para a agressividade. Não faltam vincos pela lataria, ressaltando os “músculos” da nova geração, além de mais capricho no desenho do conjunto óptico, destacado na parte frontal pelos “angels eyes” de Leds (os dois circulos luminosos em cada farol) e o formato mais interessante das lanternas. Outras alterações estão na grade em duplo rim, aumentada, e os para-choques inteiramente pintados na mesma cor da carroceria, um detalhe simples, mas de bom gosto.


Apreciando a máquina

O novo X3 é alto e largo, mas isso não impede seu ímpeto esportivo, típico dos carros da BMW desde o modelo mais sem graça (até ele tem alguma graça) às feras da linha M. Isso não se discute, se aprecia. O modelo ao qual tivemos acesso, o xDrive35i, possui o interessante motor 3.0 biturbo seis cilindros em linha, que possui um turbocompressor para baixas rotações e outro para altas, permitindo ao propulsor fluir de maneira mais estável e constante. Isso é percebido principalmente nos 40,7 kgfm de torque do jipe, que aparecem em 1.500 rpm e segume a pleno vapor até as 5.000 rpm. Ele tem força total praticamente a todo momento em que se pisa no acelerador. Já a potência máxima bate nos 306 cavalos em 5.800 rpm.

A administração de todo esse poder é função do câmbio automático de 8 marchas e com comando sequencial por borboletas no volante ou pela alavanca no console, que mais parece um joystick – esse item está presente em todos os BMW com tração integral. Essa característica também torna a condução do veículo bastante estável, além de ser adaptável. Normalmente 60% do torque vão para as rodas traseiras e os 40% restante atuam na frente, mas com o “pé embaixo” a proporção pode chegar até a 90/10.

Toda essa firmeza no asfalto é garantida pelos controles eletrônicos de tração e estabilidade, além da ajuda dos largos pneus na medida 245/50 em rodas aro 18” que até saltam parcialmente das caixas de rodas, o que só aumenta a sensação de esportividade deste X3. Segundo a marca, o X3 xDrive35i vai do 0 aos 100 km/h em apenas 5,7 segundos e atinge até 245 km/h. Outra parte boa é o consumo de gasolina, que não é tão assustador: 8,9 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada, com uma média de 11,2 km/l, o que está de bom tamanho para uma máquina de 1.805 kg (vazio).

Já na terra essa desenvoltura toda é recatada e a culpa é dos pneus “lisos” demais para fazer o veículo “escalar paredes”, embora ele tenha torque e potência suficiente para isso, sem falar nos bons ângulos de ataque e saída, em 25,7° e 22,6°, respectivamente. Essas medidas são o que determinam se o veículo vai raspar no chão ou não em começos de subidas íngremes ou no final de rampas acentuadas. E, convenhamos, dói no coração ralar os para-choques do X3 (o novo, que fique bem claro).

Vida (boa) a bordo

O conforto que o novo X3 oferece realmente nos faz pensar se realmente vale a pena comprar o “trambolhão” X5, que começa em R$ 299.550. Há espaço de sobra tanto para os ocupantes como para bagagem no porta-malas, capaz de comportar 550 litros. O nível de itens que o veículo já traz de série novamente nos leva a mesma questão: X3 completo ou X5 "pé-de-boi"?

Se optar pela primeira veja o que terá para seu deleite. O X3 xDrive35i traz o iDrive, o completo sistema de entretenimento que inclui aparelho de som (CD, MP3, DVD e iPod), televisão (a imagem só aparece com o veículo parado), GPS e até o manual do veículo digitalizado e disponível a todo momento, caso queira saber a função de determinado botão.

O “pacotão” de equipamentos inclui ainda teto solar panorâmico, bancos que aquecem ou esfriam, ajuste elétrico dos assentos do motorista e passageiro e um interessante sistema de câmeras que auxiliam na hora de estacionar. São três imagens: uma da traseira e uma de cada lateral, proveniente de câmeras instaladas nos retrovisores. Só falta uma geladeirinha, algo que pode parecer supérfluo, mas que é totalmente concebível a bordo de um carrão desses.

Resumindo, o X3 deixou de ser o patinho feio da BMW e se tornou uma máquina de alto padrão que não deve em nada para os demais carros da marca alemã, seja no visual, equipamentos ou desempenho, embora andar na terra não seja uma de suas virtudes. Mas será que alguém realmente pensa em sujá-lo de terra e lama?
Fonte: iGCarros
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